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segunda-feira, 23 de maio de 2011

VIDEO. ESQUEMAS CLÁSSICOS. Análise tática do Barcelona 92. Gráficos animados sobre vídeo



A final da Copa dos Campeões da Europa 2010-2011 será no próximo sábado, dia 28 de maio, entre Barcelona e Manchester United. Como parte dos preparativos para um dos maiores eventos do esporte mundial, vamos publicar análises de um jogo histórico do Barcelona e um do Manchester United.

Este vídeo (4min41) utiliza gráficos animados sobre as imagens originais do jogo para demonstrar a análise feita no vídeo publicado aqui anteriormente com a análise tática do Barcelona de 1992 (http://www.esquemastaticos.com.br/2011/05/analise-tatica-barcelona-uefa-champions.html ). Nessa análise, publicamos as escalações e demais detalhes da partida. Vale à pena dar uma olhada também nesse vídeo de 2min30).

O primeiro jogo que trataremos aqui é Barcelona x Sampdoria pela final da Champions League de 1992. O Barcelona sagrou-se campeão vencendo a Sampdoria por 1 a 0 com um gol de falta de Koeman aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação. Coincidentemente, o jogo também foi em Wembley, palco da final do próximo dia 28 de maio.



O Barcelona treinado pelo ídolo do clube Johann Cruyff atuava num misto de 3-1-4-2 e 3-4-3 e a Sampdoria no 4-5-1, mas especificamente no 4-2-3-1 (a análise completa será publicada ainda nesta semana). O principal jogador da final foi o holandês Ronald Koeman, líbero da equipe. Koeman fazia a sobra quando o time defendia e era um dos armadores, ao lado de Guardiola, quando o Barcelona tinha a posse de bola.

Neste vídeo, veremos a movimentação, o posicionamento e as ações do meio-campo do Barcelona e de Koeman. Veremos, ainda, como os meias, alas e atacantes se movimentam para dar opções para as tabelas e os lançamentos de Koeman.

Esta semana, faremos uma Twitcam Tática especial sobre a final da UEFA Champions League. Siga o @esquemastaticos, adicione o Esquemas Táticos no Facebook ou visite o blog durante a semana para maiores informações.

terça-feira, 17 de maio de 2011

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Análise tática do Barcelona na Final da UEFA Champions League 1992

Esquemas Clássicos é uma seção especial do blog Esquemas Táticos que analisa jogos e equipes de futebol históricas. Em razão da final da Copa dos Campeões da Europa do dia 28 de maio, publicaremos análises de jogos históricos de Barcelona e Manchester United, os finalistas da UEFA Champions League da temporada 2010-2011.



Nesta reabertura do Esquemas Clássicos, apresentamos a análise tática do Barcelona na Final da UEFA Champions League de 1991-1992 contra a Sampdoria. O Barcelona venceu por 1 a 0, gol do líbero Koeman na prorrogação.

No vídeo de 2min30 a seguir, apresentamos alguns movimentos de ataque e defesa do Barcelona. Os gráficos animados permitem visualizar o deslocamento dos jogadores e as variações táticas da equipe.

Em breve, publicaremos mais análises, desenhos táticos e informações sobre o jogo Barcelona 1 x 0 Sampdoria. Espero que gostem. Comentem à vontade.





Wembley Stadium, Londres, 20 de maio de 1992. Público: 70.827

FC Barcelona (0) 1 x (0) 0 UC Sampdoria
Gol de Koeman aos 7 minutos do segundo tempo da prorrogação

Barcelona

1 - Zubizarreta (capitão)
2 - “Muñoz” Nando
4 - Koeman
3 - Ferrer
11 - Eusebio
5 – “Juan Carlos” Rodriguez
10 - Guardiola (Alesanco)
6 - Bakero
9 - Laudrup
7 - Salinas (Goikoetxea)
8 - Stoitchkov

Técnico: Johan Cruyff


Sampdoria

1 - Pagliuca
2 - Mannini
6 - Lanna
5 - Vierchowod
11 - I.Bonetti (Invernizzi)
4 - Pari
8 - Cerezo
7 - Lombardo
3 - Katanec
9 - Vialli (Buso)
10 - Mancini (capitão)

Técnico: Vujadin Boskov

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

EM BREVE: Brasil de 1958

Estamos preparando para, em breve, analisar o Brasil de 1958 com desenhos, gráficos interativos e vídeos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Gols de Holanda 2 x 0 Uruguai

Gols
Jonny REP (NED)- 7min 20s
Jonny REP (NED)- 86min



Escalações

Holanda
[8] Jan JONGBLOED (GK)
[20] Wim SUURBIER
[2] Arie HAAN
[17] Wim RIJSBERGEN
[12] Ruud KROL

[6] Wim JANSEN
[13] Johan NEESKENS
[3] Wim VAN HANEGEM

[14] Johan CRUYFF
[15] Rob RENSENBRINK
[16] Jonny REP

Uruguai
[1] Ladislao MAZURKIEWICZ (GK)
[4] Pablo FORLAN
[2] Baudilio JAUREGUI
[3] Juan MASNIK
[6] Ricardo PAVONI

[18] Walter MANTEGAZZA
[5] Julio MONTERO Castillo
[10] Pedro ROCHA
[8] Victor ESPARRAGO

[7] Luis CUBILLA (-64')
[9] Fernando MORENA

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

VÍDEO Esquema tático Holanda de 74

Selecionamos alguns trechos do jogo Holanda 2 x 0 Uruguai para analisar como se comportava, taticamente, a seleção holandesa de 1974. Para enfatizar os lances e embasar as análises, utilizaremos animações gráficas sobrepostas aos vídeos.

Breve relato dos vídeos

No primeiro tempo, só a Holanda jogou. Os atacantes uruguaios ficaram muito isolados e a linha de meio-campo não saiu para o jogo, apostando sempre nos lançamentos longos. Os holandeses, muito melhor fisicamente, estavam em todo o campo e tinham uma ótima recuperação.

Destaque do jogo, Cruyff atuou como um meia-atacante e como um armador. Ou seja, transitou por todo o meio-campo para armar a equipe, invertendo jogadas, fazendo lançamentos verticais e dando passes curtos. Mas, diferentemente do armador típico, deslocava-se em velocidade para chegar na grande área como atacante.

Os holandeses, muito melhor fisicamente, estavam em todo o campo e tinham uma ótima recuperação.

Futebol Total

Vídeo 1



Lance 1 - A Holanda ataca e retoma a bola ainda no campo de ataque. Observem que o desarme é feito à frente da linha divisória e contando com o apoio de outros cinco holandeses naquela faixa do campo.

Lance 2 - Marcação na saída de bola: quatro holandeses marcam os defensores uruguaios que, sem alternativa, tentam uma ligação direta para o ataque.

Lance 3 - Cruyff transitou por todo o meio-campo para armar a equipe, invertendo jogadas, fazendo lançamentos verticais e dando passes curtos. Mas, diferentemente do armador típico, deslocava-se em velocidade para chegar na grande área como atacante. O lançamento para Cruyff é feito pelo volante/meia van Hanegen.

Lance 4 - Kroll, o lateral-esquerdo, está como lateral-direito.
Para não dizer que é um instante isolado, o vídeo mostra outro momento em que ele também está na direita.

Lance 5 - O zagueiro Rijsbergen está como lateral-direito. Primeiro marcando no meio do campo e, depois, fazendo a saída de bola.

Lance 6 - Jogada em que a Jansen rouba a bola no campo adversário (pela enésima vez) e quem conclui é o lateral-direito Suurbier.

Lance 7 - O Uruguai tenta uma jogada de ataque, mas a seleção holandesa marca forte no meio-campo e os uruguaios, em inferioridade numérica no setor, não conseguem levar perigo ao gol de Jongloed.

Lance 8 - O Uruguai tenta sair para o ataque. A Holanda pressiona e retoma a posse da bola. Desta vez, quem faz o desarme é o zagueiro Rijsbergen, que está bem à frente da risca de meio-campo.

Vídeo 2



Lance 1 - Tabela pelo meio entre Neeskens e Jansen, que arremata para fora. Os volantes tinham muita qualidade no passe.

Lance 2 - Mais uma tabela entre os volantes/meias Jansen e van Hanegen. Jansen finaliza contra o gol uruguaio. No rebote, Cruyff tenta concluir e comete falta em Marzurkiewicz.

Lance 3 - Cruyff ajudando a marcar no meio-campo numa linha de quatro avançada. Lance do primeiro tempo.

Lance 4 - Blitz holandesa. Num lance incrível, diversos jogadores holandeses avançam simultaneamente para tentar desarmar Pedro Rocha, que sofre a falta.

Lance 5 - Neeskens finaliza mal depois de um erro de passe do uruguaio Mantegazza, que estava pressionado por Rensenbrink e pelo próprio Neeskens na entrada da área uruguaia.

Leia também:

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Holanda 2 x 0 Uruguai. Análise tática.

ESQUEMAS CLÁSSICOS. VÍDEO: Análise tática da Seleção Brasileira da Copa de 1982.

INTERATIVO: Esquema tático da Seleção Brasileira de 1982. Análise tática interativa.

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Brasil 4 x 1 Escócia. Copa de 1982. Desenhos táticos

VÍDEO: Gols de Brasil 4 x 1 Escócia. Edição com as jogadas completas dos gols.



* Mais análises táticas de seleções e de clubes europeus, brasileiros e sul-americanos, além de seleções e jogos históricos, podem ser encontradas no blog Esquemas Táticos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

CLÁSSICOS Holanda x Uruguai Copa 74

Nesta primeira abordagem sobre a Holanda de 74, começaremos com o jogo Holanda 2 x 0 Uruguai, o primeiro jogo da equipe na Copa da Alemanha. O primeiro post é a análise do jogo, com os desenhos táticos dos dois times. Depois postaremos uma análise tática interativa com gráficos animados, os gols da partida e um vídeo com a análise das principais variações táticas da Holanda de 74.

Recomendo a leitura dos textos feitos por Mauro Beting a respeito da Holanda de 74 na sua série História em Jogo. Ele faz uma análise tática do time holandês e um espetacular minuto-a-minuto da partida Holanda 2 x 0 Uruguai. Tem, também, um guia para a pronúncia holandesa dos nomes dos jogadores.

Análise tática

A grande revolução do futebol mundial. A laranja mecânica. O carrossel holandês. A Copa de 1974 apresentou para o mundo uma nova maneira de se jogar futebol. A seleção da Holanda, dirigida por Rinus Michels e tendo Cruyff como principal estrela, espantou a todos pela insistente marcação no campo adversário (pressing) e a multiplicidade de funções apresentada pelos jogadores.

A Holanda venceu o Uruguai por 2 a 0 no primeiro jogo da primeira fase da Copa do Mundo da Alemanha de 1974. A Holanda jogou no 4-3-1-2, que variava para o 3-4-3 e o 4-3-3. O Uruguai apresentou-se no 4-4-2, com duas linhas de quatro. No segundo tempo, o Uruguai adotou o 4-3-1-2.

Holanda

A principal característica do time holandês foi a multiplicidade de funções dos jogadores. Desse modo, o desenho tático pode não refletir exatamente as posições ocupadas pelos jogadores. Assim, a partir da observação do jogo, posicionamos os jogadores nos espaços do campo em que mais apareceram. Na análise interativa com gráficos animados, tentaremos reduzir as imprecisões do desenho estático.

O sistema defensivo holandês mostrou um grande dinamismo. Wim Suurbier (lateral/ala pela direita), Arie Haan (zagueiro pela direita no primeiro tempo e pela esquerda no segundo), Wim Rijsbergen (zagueiro pela esquerda no primeiro tempo e pela direita no segundo), Ruud Krol (lateral-esquerdo) formaram a defesa. Lembrando que Suurbier foi mais ala que lateral, já que o Uruguai pouco ameaçou e Cubilla, que caía pelos lados, era marcado individualmente por Krol nas duas pontas. A movimentação dos defensores foi intensa, com os jogadores trocando de posição de acordo com a necessidade e com as oportunidades. Haan (originalmente volante) apareceu algumas vezes no meio-campo, trocando de posição com van Hanegen. Rijsbergen também subiu ao meio-campo, com menos frequência, mas ocupou várias vezes a lateral direita. Krol ficou a maior parte do tempo na lateral esquerda, mas também foi lateral-direito e cumpriu a tarefa de, na maior parte do jogo, marcar Cubilla individualmente.

(Clique na imagem para ampliar)

No meio-campo é que a Holanda mostrou sua maior força. Com um sistema tático baseado na posse de bola, o passe é um elemento fundamental. E todos os jogadores mostraram grande qualidade nesse quesito, principalmente os meias. Não podemos dizer que van Hanegen, Jansen e Neeskens eram volantes marcadores. A função era de volante/meia, segundo volante ou volante box-to-box, como se diz na Europa. Todo o meio-campo ajudava a marcar, incluindo Cruyff e os atacantes Rep e Rensenbrink. Jansen e van Hanegen ficavam mais recuados relativamente a Neeskens, mas os três atuavam muito avançados, desarmando no campo adversário, tocando bem a bola e armando o jogo. Na análise em vídeo que será publicada em breve, poderemos ver que eles tabelavam e chegavam para finalizar de fora e na entrada da área. Cruyff é um capítulo à parte.

Meia-atacante, meia-armador e atacante nas três posições (ponta esquerda, ponta direita e no centro). No jogo contra o Uruguai, Cruyff armou a partir dos lados do campo e pelo centro, desarmou e chegou à área para concluir diversas vezes. Aliás, um ponto fraco do time nesse jogo foram as finalizações. A incrível qualidade no passe de Cruyff impressiona. Ele tocou curto, fez lançamentos e inversões com grande precisão. Seu posicionamento, na maior parte do jogo, foi atrás dos atacantes, transitando por todo o meio-campo e ataque.

(Clique na imagem para ampliar)

O ataque formado por Rep (direita) e Rensenbrink (esquerda) abertos pelos lados, contava com apoio intenso dos meias, do ala/lateral Suurbier e, principalmente, de Cruyff. Rep e Rensenbrink trocavam de lado durante o jogo e Rep apareceu muitas vezes como centroavante (veremos os gols num post a ser publicado em breve). As tabelas entre Rep e Suurbier pela direita e as subidas ao ataque de Krol fixaram os laterais uruguaios na defesa. Rensenbrink ficou mais preso à esquerda e foi menos intenso que Rep, talvez porque não contasse com o auxílio de ala por aquele lado também. O excesso de erros de finalização dos atacantes e meias garantiu um placar modesto se se considerar o domínio completo da Holanda durante toda a partida.

Uruguai

O técnico Roberto Porta organizou o Uruguai com uma linha de quatro defensores praticamente fixos atrás, outra linha de quatro no meio-campo e dois atacantes. Ou seja, um 4-4-2.

(Clique na imagem para ampliar)

A defesa do Uruguai apresentou-se com uma linha de quatro jogadores que praticamente não avançaram durante todo o jogo. Forlán (lateral-direito), Jáuregui (zagueiro pela direita), Masnik (zagueiro pela esquerda) e Pavoni (lateral-esquerdo) formaram a linha defensiva uruguaia. Pavoni subiu uma vez ou outra no segundo tempo, mas ficou preso pela intensa atividade do ataque holandês por aquele lado, ora com Rep, ora com o ala Suurbier. Forlán não teve chance de se lançar ao ataque e, nem mesmo, de chegar ao meio-campo porque Rensenbrink fixou-se na ponta esquerda holandesa.

O meio-campo do Uruguai organizou-se, durante o primeiro tempo, em uma linha com Pedro Rocha (meia-direito), Mantegazza (volante pela direita), Julio Montero Castillo (volante pela esquerda) e Espárrago (meia-esquerdo). Na prática, todos foram volantes. Sufocados pela marcação-pressão da Holanda, volantes e meias ficaram presos no campo defensivo durante todo o primeiro tempo. No segundo tempo, o meio-campo foi redesenhando (4-3-1-2) e montou-se um time com três volantes e um meia-armador (Pedro Rocha). O time melhorou e, no início da etapa complementar, chegou ao gol holandês algumas vezes e impediu que a marcação holandesa fosse feita em seu próprio campo. Mas o crescimento da seleção uruguaia durou pouco e, ainda antes da expulsão de Castillo, a Holanda já estava novamente no campo uruguaio, pressionando a saída de bola e anulando as jogadas ofensivas uruguaias.

(Clique na imagem para ampliar)

No ataque, Cubilla foi o segundo atacante que tentava conduzir a bola a partir do meio-campo, dos dois lados do campo (imagem 2, com setas pretas). Cubilla posicionou-se inicialmente pela direita, caindo pelo lado e pelo centro, em diagonal. Mas ficou majoritariamente pela esquerda — numa tentativa de ocupar o espaço deixado por Suurbier —, se se levar em conta todo o tempo em que ficou no jogo, até ser substituído no segundo tempo por Millar, porque estava fora de forma. Foi implacavelmente marcado e anulado por Krol, que o seguiu por todo o campo, mas não deixou de jogar por causa disso. O outro atacante, Morena, praticamente não tocou na bola e posicionou-se à frente, como centroavante.

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INTERATIVO: Esquema tático da Seleção Brasileira de 1982. Análise tática interativa.

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Brasil 4 x 1 Escócia. Copa de 1982. Desenhos táticos

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quarta-feira, 29 de julho de 2009

ESQUEMAS CLÁSSICOS. VÍDEO: esquema tático do Brasil. Copa de 1982

Nesta análise com gráficos animados, apresentamos alguns movimentos de ataque e defesa da Seleção Brasileira da Copa do Mundo da Espanha de 1982. Para o melhor entendimento dos gráficos, observe a numeração dos jogadores que vai abaixo do vídeo.

Os cenários apresentados neste vídeo de 1 minuto e 30 segundos ressaltam alguns movimentos de ataque observados no jogo Brasil 4 x 1 Escócia, válido pela segunda partida da primeira fase da Copa do de 82. Lembrando sempre que selecionamos apenas alguns movimentos de ataque apresentados no jogo para que o vídeo não ficasse muito extenso.



O primeiro e o segundo movimentos de ataque destacam a movimentação ofensiva dos laterais, com Júnior preferindo a jogada por dentro, enquando Leandro fica mais pelo lado do campo. Pela direita, Leandro forma um trio com Zico e Cerezo; pela esquerda, Júnior executa tabelas com Éder e Falcão. Sócrates desloca-se para um lado ou para outro, dependendo de onde se desenvolve a jogada.

O terceiro movimento de ataque ressalta o avanço dos volantes Falcão e Cerezo. Os volantes ultrapassam Sócrates, que fica mais recuado, e tabelam mais à frente ou tentam o chute a gol. Podemos observar esse movimento claramente no vídeo dos gols que postamos anteriormente (ver VÍDEO: Gols de Brasil 4 x 1 Escócia. Copa do Mundo de 82. Edição com as jogadas completas).

Numeração dos jogadores representados nos cenários acima:

1 – Valdir Peres
2 – Leandro
3 – Oscar
4 – Luizinho
6 – Júnior
5 – Cerezo
15 – Falcão
8 – Sócrates
11 – Éder
10 – Zico
9 – Serginho

Técnico: Telê Santana.

Participe da enquete ao lado e ajude a escolher o ESQUEMA CLÁSSICO a ser analisado na próxima semana.


Leia também:

INTERATIVO: Esquema tático da Seleção Brasileira de 1982. Análise tática interativa.

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Brasil 4 X 1 Escócia. Copa do Mundo de 1982. Desenho tático.

VÍDEO: Gols de Brasil 4 x 1 Escócia. Edição com as jogadas completas dos gols.

ESQUEMAS CLÁSSICOS. Apresentação da série. Esquemas clássicos de seleções e times que entraram para a história do futebol mundial.